FILOSOFANDO
INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
MARIA LÚCIA DE ARRUDA ARANHA
MARIA HELENA PIRES MARTINS
Café Filosófico e Espaço Vivencial: Registro das reflexões e vivências de todos aqueles que buscam seus propósitos, em cada momento da vida, e contam com a ajuda da filosofia, de terapias e jornadas existenciais para seu crescimento pessoal e coletivo. Buscamos a interação com nossa comunidade, na perspectiva da exercício da cidadania. (*) Do grego - Phylo = Amor; Sophia = Sabedora. Assim: Filosofia signfica "Amor a Sabedoria"
A Lenir agora é luz que ilumina a nossa paz. No dia 24 de outubro de 2011 ela fez sua viagem (tenho certeza que não será a última) para uma das moradas do Grande Espírito. Para mim ela continua sendo minha amada eterna; para todos seus conhecidos, ela continua sendo a grande guerreira, que lutou até o fim desta etapa o bom combate. Fiquemos com sua luz, sua paz e com sua coragem.Recebemos muitas outras mensagens de força, na forma de abraços e palavras. Não conseguíriamos aqui reproduzí-las todas. Assim adotamos o telegrama do Paulo como representativo destas mensagens."Lenir sempre foi uma guerreira incansável, admirável. A sua força e energia vital são de uma dimensão incrível. É desta força presente dela que você Fred, os filhos, netos e nós também, amigos e parentes, necessitamos beber para superar este momento difícil.Agora, liberta, Lenir esta trilhando o seu caminho de Luz. E esta sensação de sua liberdade é o que guardaremos como sentimento mais fundo da sua existência marcante e lutadora. De sua perspicácia, inteligência e beleza.(...)" Paulo, Marcya, Carlos e Yalis. -
Os gregos inventaram a política (palavra que vem de polis, que, em grego, significa cidade organizada por leis e instituições).
Instituíram práticas pelas quais as decisões eram tomadas a partir de discussões e debates públicos e eram adotadas ou revogadas por voto em assembléias públicas;
porque estabeleceram instituições públicas (tribunais, assembléias, separação entre autoridade do chefe da família e autoridade pública, entre autoridade político-militar e autoridade religiosa)
e sobretudo porque criaram a idéia da lei e da justiça como expressões da vontade coletiva pública e não como imposição da vontade de um só ou de um grupo, em nome de divindades.
Os gregos criaram a política porque separaram o poder político e duas outras formas tradicionais de autoridade: a do chefe de família e a do sacerdote ou mago
"Desde o anúncio de que as diretoras do Sind-UTE/MG – subsede de Ipatinga, Cida Lima e Feliciana Saldanha iniciaram uma ‘GREVE DE FOME’ contra o descaso da administração municipal com a Educação, seus profissionais, pais, mães e alunos, tem ouvido diversas análises e indagações. A principal delas tem relação com os efeitos desse ato. Os questionamentos são decorrentes da constatação do assombroso grau de irresponsabilidade política e da falta de sensibilidade da administração municipal com as demandas populares. Além disso, a sociedade capitalista vê sempre a vida como um ato de sobrevivência, o trabalho como batalha para ganhar o pão e a relação humana como concorrência. Numa cultura assim, a luta coletiva e a busca do bem comum parece ser mais do que utopia. Parece ingenuidade, falta de maturidade política.(...)" - http://blogdabeatrizcerqueira.blogspot.com/
Um texto escrito por Platão citando outro filósofo paradigmático e, que independentemente de ter sido historicamente real, é tão real quanto a força dramática do trecho do poema de Drummond de Andrade transcrito acima.
Qual a essência da “Apologia”? – De uma forma quase grosseira, diria que a obra é um libelo em defesa da Verdade. Mas de que verdade estamos falando, uma vez que esta verdade é um compromisso com uma coerência, daquilo que Sócrates tinha como mais valioso que a própria vida. A Verdade pode ser terrível? Sem dúvida e, nesta medida, ela chega ser “não humana”; ela é divina. É uma medida da dimensão absoluta de Deus, assim como acreditava Sócrates.Sendo acusado de subverção e de ateísmo, Sócrates é levado a julgamento e finalmente, condenado à morte.Na Apologia Platão pretende reproduzir a defesa de Sócrates perante seus acusadores e sua postura perante a sentença.Para Sócrates, ao acusá-lo, seus juizes praticavam um ato ignóbil, injusto e maldoso. Cabia a Sócrates através dos seus argumentos impedir seus juizes de cometer uma maldade; esta era o sentido de sua defesa. Sócrates não receava sua condenação; mas sendo condenado, não teria sido capaz de impedir os seus juizes de alcançar a verdade.Assim podemos dizer de nossos colegas educadores.Uma luta que se iniciou (e continua) pelo cumprimento de uma Lei Federal pelo governo de MG, na implantação do Piso Nacional de Salário, hoje vai além disto. A luta de todos nós alcançou a dimensão que que nos ensina Paulo Freire, educador que anda meio esquecido das atuais gerações, como prática de educação para a liberdade: